Sonhos: são para ser realizados.

Cresci, amadureci e fiz meus sonhos virarem realidade.
Respondi a pergunta que me fizeram quando tinha poucos anos:
– o que tu quer ser quando crescer?
Talvez meu desejo social fosse ser médico, polícia, bombeiro ou jogador de futebol.

Cresci, me perdi diversas vezes, mas nesse instante de lucidez me encontrei e corri para o blog e entre uma leitura e outra, como numa brincadeira de criança, saí atras correndo certo dia de dentro da minha cabeça, comecei a pensar que seria medíocre não responder, agora, como adulto, à pergunta que haviam feito quando eu era criança.

Corri antes que fosse tarde para realizar aquilo que eu por alguns momentos cheguei a pensar que era improvável. Claro, antes de algumas etapas formais, talvez seja insano dizer que eu sou professor. Todavia, dias atrás ouvi que o homem é aquilo que pensa durante as 24 horas do dia.

Claro, antes disso, entreguei jornais, fui motoboy, vendi pasteis na faculdade, fui estagiário em um hospital, fui instrutor teórico num CFC, virei bancário, experimentei minhas capacidades e identifiquei as fraquezas e cheguei a conclusão que devo priorizar os pontos fracos e lecionar os pontos fortes. Fiquei atrás do tempo em que vivia. Identifiquei pessoas superiores e inferiores à variáveis minhas. Me comparo.

Ah: não deixem que façam por você. Mesmo que não saiba, erre. Erre se necessário novamente. Com o erro irá adquirir experiência.  Se permita ser multidisciplinar antes de ser especialista. E depois, novamente, responda a pergunta feita quando você tinha poucos anos de vida: o que você quer ser quando crescer.

Bem vindos ao meu mestrado em Administração EAD. E é aqui que eu gostaria estar.

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eco-turismo!

Rapel! Atividade ALUCINANTE!!!!

Programa extremamente radical, de baixo risco, acessível (R$ 120,00 por pessoa).

O deslocamento da base da empresa APUAMA até o local onde é realizado o rapel (esta linda cachoeira), foi feito numa combi. Nos deslocamos da cidade de Santo Amaro da Imperatriz até a cidade de Águas Mornas (trajeto que durou uns 20 minutos – com direito à belas paisagens). Após a chegada da combi até o local, houve uma trilha à pé. 5 minutos de descida íngreme, travessia de rio, por um minuto (água nas canelas), subida de 10 minutos (íngreme) emocionante. Depois disso, com os equipamentos prontos pelo instrutor que vai à frente do grupo que vai descer, são dadas as instruções sobre como proceder na descida, a aventura então começa!

Como já disse, a prática do rapel foi realizada na cidade de Águas Mornas. Mas a base da empresa APUAMA (que eu altamente RECOMENDO – seja pelo atendimento, seja pelo profissionalismo da equipe) é em Santo Amaro da Imperatriz. Os municípios são vizinhos. Ficam à 45km antes de Florianópolis de quem vai de Porto Alegre para Floripa. Acesso para cidade é feito entrando à esquerda da rodovia BR 101. Imediações do acesso 212 da BR 101. Falta sinalização na rodovia sobre a cidade. Falta sinalização também dentro da própria cidade. Recomendável pedir informações sobre onde fica o rafting. O negócio é utilizar o googlemaps ou outro aplicativo.

A empresa que prestou o serviço de rapel foi a APUAMA. Também prestou o serviço de RAFTING. img-20161127-wa00111img-20161127-wa00211img-20161125-wa00881

Fone: (48) 99103-6730 whatss.

site: http://www.apuamarafting.com.br/pt/?gclid=CKicuLqs0NACFY5bhgod4wUD0Qimg-20161127-wa00101

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Seco Borja, amigo de todas as horas.

Seco, de alcunha Renato Ferigollo, nunca esqueço do dia em que caminhamos da rodoviária de Porto Alegre até Canoas pela BR 190 – tentando pegar carona e no final, conseguimos pegar carona no dia seguinte, após umas horas de sono no lava-jato de um posto de combustível em Canoas.

Seco, lembro de ti corajosamente atendendo o telefone e falando ao chefe no parelho (segunda-feira, às 14hrs após um final de semana que não terminou no domingo):
“E aí, to em Tramandaí com o Pesce. ….
….
Pois é, vou faltar hoje no estágio….
….
Dai quando menos esperava, tu fez a pergunta mais cara de pau que eu ouvi em toda minha vida:
“Mas como contavam comigo hoje? Não era visto que eu iria faltar?!!!”

Seco, nunca me esqueço do sábado à noite que saímos de casa sem um puto pila no bolso, jantamos na casa da Gabriela ali na Rua Fernando Machado, depois conseguimos dez pila com o mudinho, entramos no Mr Dam e tomamos todas cevas que tínhamos direito na tua comanda, depois, na hora de eu sair, paguei a minha com os dez do mudinho e te deixei lá, empenhado. Daí tu me ligava enlouquecido, às cinco da manhã, querendo que eu voltasse ao Dam para te resgatar. AHHAAHAHA. Cara, que loucura. Daí eu lembro que Às onze horas da manhã, no domingo, tu apareceu em casa, dizendo que andava no Gasômetro com um cara que tu conheceu e fez amizade. HAHAHAH.

Lembro do domingo de manhã que acordei e tu dava deitado no piso da cozinha do hall 33, como se estivesse dormindo numa cama king. Lembra? Tive que chamar a índia, sob alegação de que tu estava desmaiado. HAHAHAHA.

Lembro da maior demonstração de carinho que um amigo teve por mim, que foi o dia em que tu foi pra delegacia dizendo: SE VÃO LEVAR O PESCE, EU VOU JUNTO! E tu foi para delegacia, realmente, ainda por cima em outra viatura. Bom, também lembro que depois que eu saí do pronto socorro, cheguei na delegacia e tu tava dando em cima da brigadiana, ahahahaha. Tu é foda.

Bom, quero te dizer que onde tu estiver, saiba que tu tem um irmão. Te quero como se tu fosse parte do meu corpo. Tenho muito carinho, respeito, admiração e me angustio um pouco por não ter notícias tuas com frequencia. Saiba que gostaria muito de conviver contigo novamente meu amigo. Um abraço, do teu amigo Pesce!

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Casalmento

Divergências:

Eu gosto que ela cante para os amigos e para meus ouvidos. No entanto, ela é tímida e se envergonha quando eu a demando com meu violão.

Mas dane-se. Pois no meu ponto de vista, sob a ótica amorosa, quem decide o que eu quero comer é o meu apetite, assim como quem decide o que tu queres cantar é meus ouvidos que desejam te ouvir.

Então, vejam: é com o cantar dela que os conflitos se resolvem. Só que tem uma coisa muito importante a ser dita e que é lição: não é evitando inteiramente a timidez que se resolve o conflito de interesses. Resolve-se o conflito a partir do momento em que ela canta o que ela quer cantar, não o que eu quero ouvir.

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Conversas de gente grande.

O que significa: “Viver numa boa” após algumas experiências até hoje, com 28 anos de vida.
Viver numa boa significa:
– Encontrar alguém que te faça minimizar a hostilidade e maximizar a cooperação.
Viver numa boa significa treinar junto, fazer junto, pensar junto, crescer, desenvolver, errar, corrigir, viajar e dormir junto.

Viver numa boa é encontrar alguém que te deixa tão apto mentalmente ao mundo dos negócios, dos sonhos e dos sentimentos, que por alguns momentos, durante delirantes insights solitários aqui em Paim Filho, o cara é capaz de colocar a mão na calculadora financeira e conseguir calcular a evolução das emoções, da autoestima, do sossego e área em que o sorriso ocupa na superfície do rosto, ou o percentual de tempo que a mente ocupa durante o dia quando associa experiências bem sucedidas com a presença nas lembranças associadas ao silêncio a ser rachado e à felicidade que pode surgir de dentro dele.

Assustador é que é a primeira vez que eu não consigo descrever o que é o amor de maneira mais sucinta. Talvez o conceito de amor desta vez, discorde fundamentalmente dos outros conceitos que tive. É verdade, é a primeira vez que as emoções pedregosas são encaradas de frente. É a primeira vez que um déficit é tratado e não problematizado ou vira ação destrutiva da relação. É a primeira vez, deduzo, que os pensamentos secretos dela são segredo nosso. É a primeira vez que sutilidade e sentimento caminham juntos, independentemente dos impulsos. Não é a primeira vez que numa relação, minha companheira faz eu pensar que ela se importa comigo. Mas é a primeira vez que eu me importo em como superar as dificuldades.

Por uma questão de bem-estar, encontrar alguém é algo que se faz de maneira sutil e quase que diária, quando não temos alguém. Amar alguém, por uma questão de bem-estar, é algo que requer uma doação diária, na qual, sem querer querendo, você acaba se importando em reduzir hostilidade, focando, na colaboração, configurando uma escala crescente de dependência, meiguice, hábitos carinhosos e conversas intensas e prolongadas, onde um tenta fazer o melhor pelo outro. Por uma questão de bem-estar, é assim que percebo que o relacionamento faz eu passar o tempo: assim, nesse intercâmbio de sentimentos, soluções, ouvidos. Conversar ao telefone, ultimamente, é desenvolver competentes respostas comportamentais, seja para si ou para o outro lado. O que é um barato. Me sinto como se estivesse descobrindo uma “américa” no mínimo uma vez por semana. Por uma questão de bem-estar, também fico contente com a presença com que a lucidez vem se apresentando à minha relação. De fato, minha mente tende a solucionar situações desconfortáveis com comportamentos incompatíveis com o estágio de desenvolvimento humano, no entanto, decidi parar de revidar e simplesmente viver, haja vista ser mais sutil a tarefa de viver, ao passo que revidar o desprezo à luz de interpretações alcoolizadas e perturbadas é algo que não faço mais. Tenho buscado nas leituras, nas atividades, no olhar e na ternura da relação, a capacidade de aliviar um ao outro.

Diante de todas atitudes, me orgulho da relação, da mulher e da conjuntura que tenho hoje. Tudo, ao que vejo, é passível de resolução desde que adotamos o diálogo como forma urbanizada de solução de conflitos.

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vitalidade e ruptura

Hoje vi um dinossauro. Ele sorriu pra mim. Não sei se era macho ou fêmea. Mas estava falando no celular como se tivesse contanto o que havia feito.

Depois que eu vi o dinossauro, tive a sensação de que eu rejuvenesci. Mas também, quando dobrei a esquina da Utopia com a Atualidade, tive a sensação de que engrenei a marcha com toda a experiência que juntei ao longo das minhas pequenas andanças pelo estado.

E adivinhem: bastou chegar em casa, tirar os calçados e deitar no sofá para ouvir uma música, que lá chegou o Dinossauro – querendo comer os chocolates que aqui estão!

Foi então que me dei conta:

É tempo de acordar e viver o que a vida oferece na pele clara, no cabelo escuro e na voz entonada da bela morena.

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Na realidade

Na realidade a gente é quem faz nossa vida, nossa alegria, nossa euforia.

Na realidade não é o quanto se tem na conta corrente que determina o quanto seremos felizes. Na realidade é o quanto se vive e o quanto se sonha que nos torna felizes.

Parece que existe vida em marte.

Parece que não faço mais parte do sonho de quem sonha, pelo simples fato de não dormir junto ou sonhar oportunamente com a felicidade alheia.

Parece que não é necessário ser presente para ser lembrado.

Parece que morrer, viver, sonhar, respirar e amar são verbos demasiadamente profundos e que quem consegue sentir na pele cada um dos conceitos, pensa que o amor é só mais uma questão de ação do que um conceito.

Amor é um conceito inspirador. Amar é inspirador. Viver é inspirador.

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